segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Sem Rumo




Com o vento que sopra, as luzes se apagam

O silencio da vida, a dor da solidão

Meu coração segue, sem a menor direção

Queira eu ter uma chance, de conhecer o amor

Sair dessa minha vida perdida, sem rumo e desconhecida

Não existe cores, nem sentimentos que me digam para viver

Os Unicos que restam , estão se afogando no mar do esquecimento, onde lutam e se manifestam

Mas fazem isso a toa, coitados! ninguém mais os abençoa

Queria poder ser aceito, como eu sou, sem criticas, sem problemas, sem obstaculos, só amor

Mas é dificil viver, sentir e entender, que tudo não passa de espinhos que te farão sofrer

Ainda me pergunto, do que adianta sonhar, se realmente algum dia eles vão se realizar?

Ja não sei mais no que acreditar, se existir vale apena, se morrer é o destino que ordena

Calejado pela neblina da escuridão, sem ter quem o beije e o complete de paixão

Queria tanto ser amado, adorado e admirado, ser levado e guiado por um estrela de amor

Mas vou seguindo sozinho, desamparado, e machucado, fugindo da vida assustado

Não há rumo a tomar, nem sentimento a dizer, só indiferença e um vazio a conhecer

Enquanto meu coração morre quietinho, o mundo há de continuar, ate mais nada a restar, logo não poderei mais enxergar.

Vou me retirar e desistir, precisso descançar, mesmo que o sol continue nascendo, não quero mais levantar

Com o ultimo suspiro, digo que viver sozinho, e sem rumo, é o pior castigo!

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